quinta-feira, 25 de abril de 2013

DO BLOG ICÓ É NOTICIA

Falta de juiz em Icó repercute em jornais, Tv, rádios e sites regionais e gera debate sobre judiciário cearense
O Povo, Diário do Nordeste e O Estado. Esses foram os jornais que noticiaram nesta semana sobre a falta de juiz em Icó.

O fato, que se arrasta por meses a fio, foi destaque também pela Tv Verdes Mares e Tv O Povo e nos sites do Ceará [G1 Ceará, Ceará Agora, blogs e da Paraíba [Brejo.com e Paraíba.com.br] em razão da forma inusitada do protesto dos magistrados de Icó.

Vários outdoors com o dizeres "procura-se um juiz de direito, titular, para a cidade de Icó-Ceará" foram espalhados na entrada da cidade pela CE-282, rodovia estadual que liga o Icó à cidade de Iguatu, no Centro Sul cearense.

Mais do que um fenômeno de divulgação e marketing da situação por que passa o Icó no âmbito judicial, o fato apontou para a situação da carência de juízes em todo o Ceará, estimado em 122, segundo a Associação Cearense de Magistrados [ACM], em matéria do Jornal O Povo.

Na 2ª Zona, sediada em Iguatu e que tem o Icó como integrante, são 18 vagas desocupadas das 25 vagas totais, ou seja, cerca de 72% das vagas sem juiz titular. A problemática estadual tem uma de suas facetas mais dramáticas em terras icoenses, a terceira mais antiga comarca do Ceará.

ICÓ À ESPERA DE UM JUIZ Na tarde dessa terça-feira [23], a população local, juntamente com advogados e representantes da Justiça local realizaram um protesto para enfatizar a ausência de um juiz .

Atualmente, o juiz auxiliar de Iguatu, Luiz Eduardo Girão, atende Iguatu, Orós e Icó e para este município tem dois dias por semana, em uma Vara com mais de sete mil processos acumulados.

"Desde que eu passei a responder pela Vara Única de Icó eu passo a ficar dois dias em Iguatu, dois dias em Icó e dois dias em Orós", disse ele à reportagem da TV Verdes Mares.

O problema tem como consequência a superlotação na Cadeia Pública local, que de . Pessoas presas que já poderiam ter uma decisão em primeira instância, esperam há mais de um ano em alguns casos.

"Nós passamos, por esse período, sem nenhum juiz sequer pisar na Comarca de Icó para assinar um simples despacho. Isso é inconcebível, uma cidade do tamanho de Icó, com quase 70 mil habitantes, ficar sem juiz, desabafou Emanuel Santana, defensor público de Icó, à TV Verdes Mares.

sábado, 20 de abril de 2013

45° Feirart acontece neste final em Juazeiro do Norte PDF
Sex, 19 de Abril de 2013 16:21
Artesãos da região do Cariri e do Centro Sul do Estado estarão reunidos a partir desta sexta-feira (19), e neste sábado (20), na Praça Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, durante a 45ª edição da Feirart. Nos dois dias de evento, 100 artesãos irão expor trabalhos nas mais variadas tipologias (fibras vegetais, palha de milho, palha de carnaúba, sisal, taboa, cipó, areia colorida, couro, argila, fio e tecido, papel e metal e alimentos e bebidas).

O público também terá a oportunidade de conhecer e experimentar, gratuitamente, a arte de fazer o artesanato durante as oficinas de xilogravura e fibras vegetais, no horário das 19 horas às 20 horas. “O objetivo da Feirart é fortalecer o setor, a partir da promoção e ampliação das oportunidades de comercialização, e da capacitação dos artesãos pertencentes a grupos produtivos e entidades artesanais do Estado”, destaca o titular da STDS, Evandro Leitão.

O público poderá conferir ainda as atrações do Espaço de Acessibilidade. O Grupo Musical da Apae se apresenta na sexta-feira (19), às 19 horas. Já às 20 horas acontece o show musical com Dino e Banda. Para sábado (20) está programada a apresentação de Mauricio Jorge, às 19 horas.

Serviços:
Data: 19 e 20 de abril (sexta-feira e sábado)
Horário: 18 horas
Local: Praça Padre Cícero, em Juazeiro do Norte

Mais informações:
Fátima Regina (85 3101.1131)

19.04.2013
Assessoria de Comunicação Social da STDS
Carlos Eugênio ( imprensa@stds.ce.gov.br / 85 3101.2099 / 2089 - 8878.8510Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Twitter: www.twitter.com/stdsonline

Adagri

Abastecimento d´água: Ordens de serviço beneficiam moradores do Interior PDF
Sex, 19 de Abril de 2013 14:07
O Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) assina neste sábado (20) ordens de serviço para a construção de sistemas de abastecimento d'água em mais três municípios Cearenses. Serão beneficiadas três comunidades em Independência, uma em Nova Russas e uma associação em Monsenhor Tabosa. As obras fazem parte do projeto São José III e são financiadas pelo Banco Mundial. Os serviços serão executados pela SDA.

Às 08 horas, o sistema de abastecimento será inaugurado no Centro Pastoral da Comunidade Iapi em Independência. Às 10 horas, a Associação Comunitária Manoel Gonçalves da Silva São Jerônimo será beneficiada, no mesmo município. Logo em seguida, ainda em Independência, às 11 horas, moradores da Comunidade Pedra Lisa receberão a ordem de serviço para a implantação do projeto.

Às 15 horas, a ordem de serviço será assinada na capelinha da Comunidade Lagedo Grande, em Nova Russas.

Às 17 horas, os moradores da Associação União Paulo Freire, no município de Monsenhor Tabosa serão beneficiados com a assinatura para início da construção do sistema de abastecimento d´água.

De acordo com o Secretário do Desenvolvimento Agrário Nelson Martins, 140 projetos de abastecimento d´água já foram liberados e autorizados pelo Governo do Estado. “ Isso totaliza R$ 53 milhões de reais com recurso do Estado e do Banco Mundial”, disse Nelson. Além do abastecimento d´água, as comunidades receberão a instalação do banheiro e da fossa séptica.

Serviço:

Independência
8h – Centro Pastoral da Comunidade Iapi
10h – Prédio da Associação Comunitária Manoel Gonçalves da Silva São Jerônimo
11h – Capelinha da Comunidade Pedra Lisa

15h – Capelinha da Comunidade Lagedo Grande – Nova Russas/CE
17h – Sede da Associação União Paulo Freire - Monsenhor Tabosa/CE

19.04.2013
Assessoria de Comunicação da Secretaria do Desenvolvimento Agrário
Amanda Sobreira ( asscom@sda.ce.gov.br / 85 3101.8137)Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Twitter: @ImprensaSDA

MDS




Apresentação

Inclusão produtiva para superação da pobreza
Em março, mais 2,5 milhões de pessoas deixaram a extrema pobreza, com um detalhe importante: eles eram os últimos brasileiros do Programa Bolsa Família que ainda viviam na miséria. Agora, sobe para 22 milhões o número de pessoas que transpuseram a linha da extrema pobreza desde o lançamento do Plano Brasil Sem Miséria, em 2011. É um marco na trajetória de redução da pobreza e da desigualdade no país.
A garantia de uma renda constante para atender às necessidades básicas de sobrevivência da família abre espaço para outras conquistas. Uma das mais importantes é a inserção mais qualificada dessa população vulnerável no mundo do trabalho, temática comumente denominada de inclusão produtiva.
Para debater essa agenda de inclusão produtiva, sua articulação com as políticas da seguridade social e de transferência de renda e os desafios nessa área, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp) e o Banco Mundial, promove o seminário Inclusão Produtiva Urbana, nos dias 8 e 9 de maio no Centro de Convenções da Unicamp.
O seminário reunirá acadêmicos, gestores públicos e especialistas de diversas instituições para debater as potencialidades e desafios colocados por essa agenda no que diz respeito à superação da pobreza, à redução da desigualdade e à ampliação das oportunidades de trabalho.
As inscrições estarão abertas entre de 15 de abril a 06 de maio no endereço http://blog.mds.gov.br/sbsmipu/?page_id=7.
Alguns pontos da agenda de inclusão produtiva urbana
Sob a expressão inclusão produtiva abrigam-se políticas heterogêneas. O desenvolvimento de habilidades e conhecimentos para a prática laboral, cuja referência mais imediata é a qualificação profissional, e iniciativas de promoção do acesso ao mundo do trabalho, seja por meio do trabalho assalariado, do empreendedorismo individual ou do trabalho associado, são algumas delas.
Entre as políticas para promoção do acesso ao mundo do trabalho – no marco da formalidade e de condições dignas de renda – incluem-se a intermediação de mão-de-obra, o microcrédito produtivo orientado e o fomento e apoio à economia solidária.
Os entes federados e a inclusão produtiva
A temática da inclusão produtiva, especificamente em sua vertente voltada para o meio urbano, tem adquirido espaço cada vez maior nos últimos anos. A Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), de 2012, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela a disseminação dessa temática entre os governos estaduais. Vinte e seis estados declararam desenvolver ações, programas ou projetos de inclusão produtiva urbana.
No âmbito federal, a inclusão produtiva rural e a urbana são objetos de medidas sob a coordenação de diversos ministérios. Em 2011, a temática converteu-se em um dos três eixos estruturantes do Plano Brasil Sem Miséria, ao lado da transferência de renda e do acesso a serviços públicos.
A inclusão produtiva como vertente do Brasil Sem Miséria
A adoção da inclusão produtiva como vertente no Brasil Sem Miséria expressa o entendimento de que o fenômeno da extrema pobreza é multidimensional. Apresenta-se na insuficiência de renda, na fruição precária de serviços públicos e no acesso limitado a oportunidades qualificadas de trabalho e geração de renda.
A superação da extrema pobreza requer, assim, avanços da intervenção pública para ampliar a integração de políticas como as de seguridade social, educação, segurança alimentar, transferência de renda e promoção do acesso ao mundo do trabalho – objetivo que caracteriza a própria missão do Brasil Sem Miséria.
Apesar dos complexos desafios de coordenação que esse tipo de intervenção enseja, é justamente a partir da integração das políticas sociais que surgem as condições para que a parcela mais vulnerável da população aproveite as oportunidades que o Brasil tem gerado nos últimos anos.
O público-alvo da inclusão produtiva no Brasil Sem Miséria
Não há qualquer evidência em favor do argumento de que a transferência de renda gera acomodação nos beneficiários. Ao contrário, parcela expressiva da elevação observada entre 2013 e 2010 nos rendimentos dos 20% mais pobres (a maioria beneficiários de transferência de renda) decorreu do crescimento da renda proveniente do trabalho, o que mostra que esses cidadãos já participam ativamente do mercado de trabalho, embora em condições precárias. Isso aponta para as sinergias entre as políticas de transferência direta de renda e de promoção da inclusão produtiva e seu potencial para propiciar à parcela mais pobre da população postos de trabalho de qualidade (entendidos como aqueles no marco da formalidade) e a devida inserção no processo de desenvolvimento econômico do País.
A estratégia de inclusão produtiva no Brasil Sem Miséria
A implementação das ações de inclusão produtiva urbana no Brasil Sem Miséria têm como referência as informações do Cadastro Único para Programas Sociais. A partir da atuação da rede de assistência social em todo País, a estratégia alcança prioritariamente os beneficiários do Programa Bolsa Família e os cidadãos em situação de maior vulnerabilidade. São ações de estímulo ao retorno à educação formal e iniciativas voltadas para o ingresso no mercado de trabalho formal via emprego registrado, microempreendedorismo individual ou trabalho associado.
O beneficiário que busca ingressar no mercado por meio do trabalho assalariado tem acesso às oportunidades de qualificação profissional do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec Brasil Sem Miséria), executado coordenado em parceria entre o MDS e o Ministério da Educação (MEC). A intermediação é feita nas unidades de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (SINE), para postos de trabalho informados pelas empresas.
Os beneficiários que são trabalhadores autônomos podem se formalizar como Microempreendedores Individuais (MEI) e ingressar no programa de assistência técnica e gerencial coordenado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além de ter acesso aos pogramas de microcrédito produtivo orientado dos bancos públicos federais. Quem trabalha coletivamente tem apoio no processo de organização, produção, comercialização e acesso a crédito.

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DO BLOG FABRICIO MOREIRA

Advogados de Icó cobram nomeação de juiz espalhando outdoors pela cidade.


juii
Um grupo de advogados do município de Icó (Vale do Salgado) resolveu fazer um protesto inusitado: instalou outdoors em vários pontos da cidade e, principalmente, na entrada denunciando falta de juiz. Há 60 dias nada de juiz. Há seis anos sem juiz titular.

Icó conta com cerca de 66 mil habitantes. Trata-se da terceira Comarca do Estado.

"Cansei de reclamar e não ter resultado algum. Daí tive a iniciativa de criar e instalar este outdoor", disse dr. Kerginaldo Cândido a imprensa.

(Foto – Fabrício Moreira)

DO BLOG VALTAIRE XAVIER

"Câmara Municipal de Icó cria Comissão da Seca"


"Acompanhar as ações dos governos Federal, Estadual e Municipal, além de promover a agilidade nas ações de combate à estiagem. A partir deste pensamento, foi oficializada nessa quinta-feira, dia 18, na Câmara Municipal de Icó, a criação da Comissão Especial da Seca.

A ideia foi encampada pelo vereador Victor Luiz (PR), que enviou ao Legislativo icoense um requerimento no último dia 21 de fevereiro e, após aprovação de forma unânime, foi oficializada na mais recente sessão plenária. Esta Comissão é a segunda do tipo criada no Ceará. A primeira foi em Tarrafas, no Centro Sul.

“No momento o qual passamos aqui em Icó, em nosso Estado e em todo o Nordeste com a situação da seca, isso é muito importante porque fortalece o trabalho desta Casa, para buscar mais informações sobre a atual situação de estiagem no município”, destacou Victor.

A proposição do edil foi acolhida pelo presidente da Câmara, vereador Gilberto Barboza (PSDB), que confirmou os nomes que integrarão os trabalhos da comissão: Presidência – Victor Luiz (PR) e membros Iatagã Matias (PMDB) e Jota (PRB).

“Que essa comissão possa atuar diante do estado de calamidade que nós estamos passando. Na próxima semana iremos fazer um projeto de resolução da Mesa Diretora, oficializando a comissão para que se possa fazer um trabalho junto ao Governo do Ceará”, pontuou Barboza.

A proposição que se transformou em comissão teve como justificativa a situação por que passa o município de Icó com a estiagem prolongada nos anos de 2012 e 2013. Além disso, aponta uma ação em conjunto dos 15 vereadores em prol da minimização da situação da população icoense.

POUCA CHUVA De acordo com os dados atualizados pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Estado (SDA) e da Ematerce, no relatório “Quadra Chuvosa”, até o dia 15 de abril, dos 487,30mm esperados apenas 207,80mm caíram pelo território de Icó, ou seja, 57% a menos de precipitação esperada.

Outra informação divulgada pelos órgãos governamentais aponta que a água para o consumo humano e animal é suficiente para os meses de maio e junho respectivamente. Quanto à pastagem, não há reserva, aponta o informativo.

Outro fator apontado como preocupante nas sessões da Câmara Municipal de Icó diz respeito a pouca recarga dos principais açudes do município. Segundo a Cogerh, os reservatórios Lima Campos e Tatajuba encontram-se com 61,7% e 50,57%, respectivamente. Estes dados apontam para o desafio que estará colocado nas mãos da Comissão Especial da Seca."

# Com informações, via email, do jornalista Yuri Guedes, assessor parlamentar do vereador Victor Luiz Monteiro na Câmara Municipal de Icó.

DO BLOG CENTRAL ICOENSE






Vem aí...


A Secretaria do Esporte e Juventude e o Sesc da cidade de Iguatu realizam, no dia 01 de maio, o evento intitulado "Ciclo Sesc 2013". Portanto, "1° de maio é dia de pedalar. Viver mais a cidade."

Nesse sentido, o Sesc e a Secretaria de Esporte e Juventude de Icó convidam todos a aproveitar o dia do trabalho de um jeito diferente. Junte a sua família e venha participar desse grande passeio ciclístico pela cidade, unindo saúde e direção.

Inscrições até o dia 30 de abril de 2013 nas escolas da rede de ensino de Icó e na Secretaria de Esporte e Juventude, localizada no prédio onde abriga a Secretaria de Infraestrutura, situado na Avenida Ilídio Sampaio, quase em frente a agência dos Correios.

O que precisa? 1 kg de alimento não perecível
O que ganha? uma camiseta do evento e participação em sorteio de uma bicicleta.

Cidades participantes: Iguatu, Quixelô, Acopiara, Solonópole, ICÓ, Orós, Jucás e Cariús.

Em nota, o secretário de Esporte e Juventude de Icó, Alex Oliveira, informa que é intuito de sua pasta realizar este evento a cada mês, valorizando uma prática esportiva, que é o ciclismo, e que faz bem a saúde.


 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

http://noticias.terra.com.br/

Dia do Índio: Brasil tem apenas um indígena a cada 500 universitários

Número de indígenas na rede pública de ensino superior não reflete a realidade do País; conheça histórias de indígenas graduados

Índios formandos em licenciatura e bacharelado da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) Foto: Divulgação
Índios formandos em licenciatura e bacharelado da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
Foto: Divulgação
A luta dos poucos indígenas formados pelo ensino superior brasileiro se estende ao longo de toda a graduação, onde choque cultural, carências acumuladas desde o ensino básico e alto custo de vida nos arredores dos campi são adversários que por muitas vezes vencem o sonho do diploma - em alguns cursos, as taxas de evasão de alunos indígenas chegam a 90%.
Se o acesso está mais facilitado, a permanência ainda desafia as instituições. Segundo dados do Instituto de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa, das 125 instituições públicas no País, 63 contam com ações afirmativas voltadas aos índios. O mapeamento da presença desses estudantes nas universidades brasileiras é recente. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), em 2011, eram 3.540 indígenas entre os 1.773.315 matriculados no ensino superior público (na esfera privada, os números ainda não estão consolidados), ou seja, um indígena a cada 500 alunos.

O cenário dentro dos campi não reflete a realidade do País: os indígenas brasileiros somam 896.917 de uma população total de mais de 190 milhões - o que equivale a um índio a cada 212 habitantes de outras etnias. A relação entre os negros é parecida: enquanto a proporção no País é de um negro a cada 13 brasileiros, na universidade pública, o índice é de um a cada 24 matriculados. Já no total, a cada 107 brasileiros, um está matriculado no ensino superior público.
Do advogado Luiz Henrique Eloy à recém-formada enfermeira e desempregada Denize Leticia Marcolino, você vai conhecer, no especial abaixo, quatro histórias de indígenas graduados pela rede pública brasileira e saber mais sobre os desafios de manter esse público na universidade.




 



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Do blog centralicoense.blogspot.com.br/

Aconteceu no gabinete do prefeito Jaime Júnior




O Senac, entidade nacional que trabalha a questão educacional misturado com o empreendedorismo, enviou representantes ao município de Icó, na tarde da última segunda-feira (08). O encontro ocorreu no gabinete do prefeito Jaime Júnior, no Palácio da Alforria.

O encontro contou com as presenças dos secretários Márcio Greik, da Cultura e Turismo; Dra. Virlena Rios, do Trabalho e Ação Social; chefe de gabinete, Dr. Manuel Guedes; do assessor de Comunicação e Imprensa (Ascom), jornalista Voltaire Xavier; do professor Genildo Angelim, secretário adjunto de Cultura e Turismo; de Valdi Bezerra, coordenador do Núcleo de Geração de Renda (Setas) e de Hernando Sousa, responsável pelo Sine/IDT na Setas/Icó.

No início houve uma auto apresentação. E logo após os representantes explicaram o objetivo da reunião, que envolve projetos na área de turismo e os cursos do Pronatec ofertados pelo Senac no município.

O consultor de Turismo do Senac, Isaac Coimbra, abordou ainda o projeto "Câmara e Café", que envolve ações de turismo em vários municípios. E que uma nova data será marcada para apresentar o projeto ao prefeito Jaime Júnior. É um programa que abrangerá os municípios de Icó, Iguatu e Orós. São ações educacionais através do empreendedorismo. Afinal, turismo é serviço. Uma ideia muito bacana e interessante.

No encontro participaram pelo Senac os seguintes profissionais: Liduina Bezerra (gerente administrativa do Senac de Iguatu), Isaac Coimbra (consultor de turismo), Michele Ribeiro (gerente de negócios), Gleucia Carvalho (coordenadora de consultoria) e Ivan Prado (consultor gastronômico).

Do face de Jaime Junior

  • 09/04/2013

    Presidente do TJCE recebe visita do deputado Sérgio Aguiar e de representantes do município de Icó

    O presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), desembargador Luiz Gerardo de Pontes Brígido, recebeu, na manhã desta terça-feira (09/04), a visita do 1º secretário da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Sérgio Aguiar. Ele veio acompanhado do prefeito de Icó, Jaime Júnior, e do presidente da Câmara daquele município, vereador Pedro Gilberto Barboza.

    Participaram do encontro o secretário geral da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Ceará (OAB/CE), Jardson Cruz; o vice-presidente da OAB – subseção de Iguatu, Kleber Colares; e o juiz auxiliar da Presidência do TJCE, Emílio de Medeiros Viana. Também estiveram presentes os advogados Kerginaldo Cândido Pereira, Emetério Oliveira Neto, Daniel Santos e Roberto Limeira.

    O encontro ocorreu no Palácio da Justiça, em Fortaleza. Na ocasião, foi discutida a falta de juiz titular na Comarca de Icó. O desembargador Gerardo Brígido reconheceu o problema e assegurou que estão sendo tomadas providências para resolver essa situação emergencial.

    O Tribunal está realizando concurso público para juiz substituto. O resultado da seleção deve ser divulgado no próximo dia 15.

    O deputado Sérgio Aguiar agradeceu a receptividade. “Percebemos a disposição do desembargador de trabalhar em favor da melhoria no acesso à Justiça”, disse. O presidente da Câmara e o prefeito de Icó destacaram que o diálogo foi proveitoso.
    09/04/2013

Presidente do TJCE recebe visita do deputado Sérgio Aguiar e de representantes do município de Icó
 
O presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), desembargador Luiz Gerardo de Pontes Brígido, recebeu, na manhã desta terça-feira (09/04), a visita do 1º secretário da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Sérgio Aguiar. Ele veio acompanhado do prefeito de Icó, Jaime Júnior, e do presidente da Câmara daquele município, vereador Pedro Gilberto Barboza.

Participaram do encontro o secretário geral da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Ceará (OAB/CE), Jardson Cruz; o vice-presidente da OAB – subseção de Iguatu, Kleber Colares; e o juiz auxiliar da Presidência do TJCE, Emílio de Medeiros Viana. Também estiveram presentes os advogados Kerginaldo Cândido Pereira, Emetério Oliveira Neto, Daniel Santos e Roberto Limeira.

O encontro ocorreu no Palácio da Justiça, em Fortaleza. Na ocasião, foi discutida a falta de juiz titular na Comarca de Icó. O desembargador Gerardo Brígido reconheceu o problema e assegurou que estão sendo tomadas providências para resolver essa situação emergencial.

O Tribunal está realizando concurso público para juiz substituto. O resultado da seleção deve ser divulgado no próximo dia 15.

O deputado Sérgio Aguiar agradeceu a receptividade. “Percebemos a disposição do desembargador de trabalhar em favor da melhoria no acesso à Justiça”, disse. O presidente da Câmara e o prefeito de Icó destacaram que o diálogo foi proveitoso.
     

sábado, 6 de abril de 2013

MDS

Pronatec Brasil Sem Miséria capacita presos em município gaúcho


 
03/04/2013 18:35

Vinte e três detentos do Presídio Estadual de Erechim fizeram cursos de soldador e costureiro industrial. Parceria entre prefeitura e Senai permitiu a capacitação profissional. Formatura ocorreu nesta quarta-feira

Dilvugação/Prefeitura de Erechim
Detentos do Presídio Estadual de Erechim recebem diploma de cursos de qualificação profissional
Brasília, 3 – No Presídio Estadual de Erechim, 23 homens que cumprem pena em regime fechado receberam nesta quarta-feira (3) os certificados de conclusão de cursos de soldador e costureiro industrial. Eles obtiveram os diplomas graças a uma parceria entre a prefeitura do município, a 376 quilômetros de Porto Alegre, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), por intermédio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego do Plano Brasil Sem Miséria (Pronatec Brasil Sem Miséria).

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com o Ministério da Justiça, oferece 2.713 vagas em cursos do Pronatec Brasil Sem Miséria para detentos. Além do Rio Grande do Sul, os estados de Mato Grosso, Santa Catarina, Pernambuco, do Ceará e de Minas Gerais também promovem cursos profissionalizantes do programa em unidades prisionais.  Neste mês, 110 presos estão se formando no sistema prisional do RS.

O Senai forneceu equipamentos para a fase prática do curso de soldador, enquanto os alunos que optaram pela habilitação de costureiro usaram a estrutura de uma fábrica de luvas industriais existente no presídio. “Alguns deles terminaram o curso e seguiram trabalhando na fábrica”, conta o diretor da unidade prisional, Roberto Thomas.

De acordo com Thomas, a oferta de qualificação profissional dentro da instituição, por meio do Pronatec, é uma oportunidade de reinserção social. “Era exatamente isso o que estávamos precisando para qualificar os presos e melhorar suas chances de uma vida melhor quando saírem daqui. Isso pode significar um divisor de águas no sistema prisional brasileiro.”

O presídio de Erechim abriga hoje 468 homens, dos quais 383 cumprem pena em regime fechado e 85 em regime semiaberto. A instituição mantém duas fábricas de luvas industriais e uma de calçados.

Novas turmas – O sucesso das primeiras turmas do Pronatec no Presídio Estadual de Erechim foi tanto que já há mais duas turmas em andamento, com 30 vagas – 15 para soldador e 15 para costureiro industrial. Cada turma teve mais de 80 inscrições. Segundo Thomas, uma terceira turma, na área da construção civil, está sendo montada. As aulas devem começar em maio.

O trabalho e a qualificação prisional dão direito à redução da pena, além de uma remuneração mensal definida pela Lei de Execução Penal. Durante o curso do Pronatec, cada 12 horas/aula significam um dia a menos de prisão. No Rio Grande do Sul, a remuneração mensal pelo trabalho prisional varia entre R$ 420 e R$ 440. O preso recebe parte do salário, outra parte vai para a família dele e uma porcentagem é destinada a um pecúlio em caderneta de poupança, que fica à disposição para saque quando ele terminar de cumprir a pena.

Ascom/MDS
(61) 2030-1021

www.mds.gov.br/saladeimprensa

domingo, 31 de março de 2013

Dona 'Páscoa' brinca com lembrança de bullying: 'Cheguei a matar aula'

Dona de casa foi batizada com o nome 'Páscoa' por causa da avó.
Apesar das brincadeiras, Dona Páscoa diz que tem orgulho do nome.

Ivair Vieira Jrdo G1 Santos
24 comentários
O nome dela é Páscoa, com muita honra. (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)O nome dela é Páscoa, com muita honra. (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)
O nome dela é Páscoa, Antônia Páscoa Alves Aun. Hoje, a dona de casa, moradora de Santos, no litoral de São Paulo, se sente honrada por ter esse nome, mas nem sempre foi assim. Na adolescência, ela chegou a faltar às aulas da escola, nos dias próximos ao feriado, para não ter que aguentar as brincadeiras dos colegas de classe.
Antonia Páscoa tem 51 anos e foi batizada assim em homenagem a avó por parte de pai. "Ela quis que os filhos dessem o nome dela para as netas, indiferente se fosse o primeiro ou o segundo, mas que tivesse Páscoa", explica.
A dona de casa conta que as pessoas reagem de maneiras diferentes quando ela fala o nome. "Algumas brincam, outras até se assustam, mas todas ficam surpresas quando digo que me chamo Páscoa. Às vezes falo que meu primeiro nome é Antonia, só para amenizar", relata.
As brincadeiras com o nome são constantes e acontecem desde a juventude. "O que eu mais escuto quando a pessoa descobre é se ela vai ganhar de mim um ovo de Páscoa, principalmente na época do feriado. No começo, quando eu era mais nova, não gostava, depois me acostumei. Na época do colégio até fugia nos dias próximos da Páscoa. Eu não ia nas aulas para não ser perturbada pelos colegas de classe", conta Antonia.
Samira e Antonia Páscoa escutam brincadeiras sobre o nome. (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)Samira e Páscoa escutam brincadeiras sobre o
nome. (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)
Os quatro filhos de Páscoa também escutam piadas sobre o nome da mãe. A estudante Samira Alves Aun, filha mais velha, lembra um desses episódios. "Uma vez eu contei para uma amiga que o nome da minha mãe é Páscoa. Ela ficou surpresa e perguntou se o do meu pai é Natal. Eu comecei a levar na brincadeira e falei que sim, que todos os meus irmãos têm nomes de datas festivas, que um é Carnaval, menos eu, porque foi meu pai que escolheu", brinca Samira.
Por ser católica, hoje Antônia Páscoa acha um privilégio ter esses dois nomes. "Antônia é em homenagem a Santo Antônio, e o segundo lembra a ressurreição de Jesus. Por ser cristã, me sinto honrada, pela fé que eu tenho a data é mais importante que o Natal', explica a dona de casa.
Atualmente, a data só não é mais festiva porque Antônia Páscoa ficou viúva, perdeu o marido há cinco anos. "Nós nos reuníamos em São Paulo, onde estava a família dele. Ele gostava muito dessa data. Agora, nessa época, isso não acontece mais. Ficam as boas lembranças", conclui.

quinta-feira, 28 de março de 2013

TV PT


Clip: PT 10 anos de Governo Democrático e Popular
                     
Assista vídeo com o jingle comemorativo do decênio que mudou o Brasil.

Notícias

 28/03/13 - 12h28

Governo Lula: Ex-ministro Luiz Dulci lança livro na terça-feira, em Brasília

Ex-ministro Luiz Dulci (Imagens: Arquivos PT e FPA)

Obra "Um salto para o futuro – Como o governo Lula colocou o Brasil na rota do desenvolvimento", será lançada na capital federal.


“O governo Lula provou que não é apenas viável crescer distribuindo, mas que esta é a maneira mais sólida e duradoura de crescer. Talvez o seu maior ‘achado’ tenha sido justamente estabelecer essa simbiose do social com o econômico, no qual, longe de se hostilizarem, eles se alimentam e fortalecem mutuamente. Economia pode, sim, rimar com dignidade humana.” Esse é um trecho do livro Um salto para o futuro – Como o governo Lula colocou o Brasil na rota do desenvolvimento, de Luiz Dulci.
Neste livro, publicado pela Editora Fundação Perseu Abramo, Dulci analisa as decisões políticas e econômicas tomadas por Lula e sua equipe durante os oito anos de governo. O autor, agora diretor do Instituto Lula, foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência durante esse período e acompanhou de perto todo o processo que levou às mudanças sociais e econômicas do país.
Um salto para o futuro será lançado em Brasília na terça-feira (2), no Teatro dos Bancários (EQS 314/315 Bloco A – Asa Sul), a partir das 19h30.

(Comunicação FPA)

NOTICIAS DO PT - PARTIDO DOS TRABALHADORES

Entrevista: “O Brasil nunca esteve em tão boas mãos como agora”, diz Lula sobre Dilma

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Heinrich Aikawa/IL)

Em conversa com jornalistas do Valor Econômico, ex-presidente fala sobre a sucessão presidencial de 2014 e de outras temas nacionais.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista às repórteres Vera Brandimarte, Cristiane Agostine e Maria Cristina Fernandes do jornal Valor Econômico. A entrevista está publicada na edição desta quarta-feira (27).
Nela, o ex-presidente fala sobre os êxitos do governo de Dilma Rousseff, as eleições presidenciais de 2014, a política de alianças e a sucessão nos estados, entre outros temas importantes.
Leia a íntegra abaixo:
Valor: Como está sua saúde?
Luiz Inácio Lula da Silva: Agora estou bem. Há um ano vou à fisioterapia todos os dias às 6h da manhã. Minha perna agora está 100%. Estou com 84 quilos. É 12 a menos do que já pesei mas é oito a mais do que cheguei a ter. Não tem mais câncer, mas a garganta leva um bom tempo para sarar. A fonoaudióloga diz que é como se fosse a erupção de um vulcão. Tem uma pele diferenciada na garganta que leva tempo para cicatrizar. Quando falo dá muita canseira na voz. Já tenho 67 anos. Não é mais a garganta de uma pessoa de 30 anos.
O senhor deixou de fumar e beber?
Não dá mais porque irrita a garganta.
Dois anos e três meses depois do início do governo Dilma, qual foi seu maior acerto e principal erro?
Quando deixei a Presidência, tinha vontade de dar minha contribuição para a Dilma não me metendo nas coisas dela. E acho que consegui fazer isso quando viajei 36 vezes depois de deixar o governo. Fiquei um ano imobilizado por causa do câncer. Estou voltando agora por uma coisa mais partidária. Sinceramente acho que no meu governo eu deixei muita coisa para fazer. Por isso foi importante eleger a Dilma, para ela dar continuidade e fazer coisas novas. O Brasil nunca esteve em tão boas mãos como agora. Nunca esse país teve uma pessoa que chegou na Presidência tão preparada como a Dilma. Tudo estava na cabeça dela, diferentemente de quando eu cheguei, de quando chegou Fernando Henrique Cardoso. Você conhece as coisas muito mais teóricas do que práticas. E ela conhecia por dentro. Por isso que estou muito otimista com o sucesso da Dilma e ela está sendo aquilo que eu esperava dela. Foi um grande acerto. Tinha obsessão de fazer o sucessor. Eu achava que o governante que não faz a sucessão é incompetente.
A presidente baixou os juros, desonerou a economia, reduziu tarifas de energia e apreciou o câmbio. Ainda assim não se nota entusiasmo empresarial por seu governo ou sua reeleição. A que o senhor atribui a insatisfação? Teme-se que esse governo não tenha uma política anti-inflacionária tão firme ou é pela avaliação de que o governo Dilma seja intervencionista?

Não creio que haja má vontade dos empresários com a presidente. Passamos por algumas dificuldades em 2011 e 2012 em função das políticas de contração para evitar a volta da inflação. Foi preciso diminuir um pouco o crédito e aí complicou um pouco, mas Dilma tem feito a coisa certa. Agora tem conversado mais com setores empresariais. Acho que os empresários brasileiros, e eu vivi isso oito anos assim como Fernando Henrique também viveu, precisam compreender que uma economia vai ter sempre altos e baixos. Não é todo dia que a orquestra vai estar sempre harmônica. O importante é não perder de vista o horizonte final. O Brasil está recebendo US$ 65 bilhões de investimento direto. Então não dá para se ter qualquer descrença no Brasil nesse momento. Nunca os empresários brasileiros tiveram tanto acesso a crédito com um juro tão baixo. Vamos supor que a Dilma não tivesse a mesma disposição para conversar que eu tinha. Por razões dela, sei lá. O dado concreto é que, de uns tempos para cá, a Dilma tem colocado na agenda reuniões com empresários e partidos políticos.
Os empresários acham que ela é ideológica demais…
O que é importante é que ela não perde suas convicções ideológicas, mas não perde o senso prático para governar o país. Ela não vai governar o país com ideologia. Se alguém ainda aposta no fracasso da Dilma, pode começar a quebrar a cara. Ela tem convicção do que quer. Esses dias liguei para ela e disse para tomar cuidado para não passar dos 100%. Porque há espaço para ela crescer. Vai acontecer muito mais coisa nesse país ainda. Não adianta torcer para não ter sucesso. Não há hipótese de o Brasil não dar certo.
A queixa é de que tudo que eles [os empresários] precisam têm que falar com a presidente porque os ministros não têm autonomia para decidir, ela não delega. É isso?
Se isso foi verdade, já acabou. Sinto, nos últimos meses, que a Dilma tem feito muito mais reuniões. Tem soldado muito mais o governo. A pesquisa mostra que o governo vem crescendo e vai chegar perto dela nas pesquisas. E os ajustes vão acontecendo. É a primeira vez que a gente tem uma mulher. O papel dela não é tão fácil quanto o meu porque 99% das pessoas que recebia eram homens, e homem fala coisa que mulher não pode falar, conta piada. Não há hábito do homem ainda perceber a mulher num cargo mais importante. Mas os homens vão ter que se acostumar. Uma mulher não pode se soltar numa reunião onde só tenha homem. Então acho que as pessoas têm que aprender a gostar das outras pessoas como elas são. A Dilma é assim e é assim que ela é boa para o Brasil. A mesma coisa é a Graça [Foster]. É uma mulher muito respeitada também. Não brinca nem é alegre, mas cada um tem seu jeito de ser.
Seu governo viabilizou projetos essenciais para o rumo que a economia pernambucana tomou, como o polo petroquímico e a fábrica da Fiat. A pré-candidatura Eduardo Campos, que agrega adversários fidagais de seu governo, como Jarbas Vasconcelos e Roberto Freire, e anima até José Serra, é uma traição?
Não. Minha relação de amizade com Eduardo Campos e com a família dele, que passa pela mãe, pelo avô e pelos filhos, é inabalável, independentemente de qualquer problema eleitoral. Eu não misturo minha relação de amizade com as divergências políticas. Segundo, acho muito cedo pra falar da candidatura Eduardo. Ele é um jovem de 40 e poucos anos. Termina seu mandato no governo de Pernambuco muito bem avaliado. Me parece que não tem vontade de ser senador da República nem deputado. O que é que ele vai ser? Possivelmente esteja pensando em ser candidato para ocupar espaço na política brasileira, tão necessitada de novas lideranças. Se tirar o Eduardo, tem a Marina que não tem nem partido político, tem o Aécio que me parece com mais dificuldades de decolar. Então é normal que ele se apresente e viaje pelo Brasil e debata. Ainda pretendo conversar com ele. A Dilma já conversou e mantém uma boa relação com ele.
O Fernando Henrique teve como candidato um ministro e o senhor também. O senhor acha que ainda é possível demover Eduardo Campos com a proposta de que ele se torne um ministro importante no governo Dilma e depois seu candidato? É possível se comprometer com quatro anos de antecedência?
Somente Dilma é quem pode dizer isso. Não tenho procuração nem do Rui Falcão nem da Dilma para negociar qualquer coisa. Vou manter minha relação de amizade com Eduardo Campos e minha relação política com ele. Até agora não tem nada que me faça enxergá-lo de maneira diferente da que enxergava um ano atrás. Se ele for candidato vamos ter que saber como tratar essa candidatura. O Brasil comporta tantos candidatos. Já tive o PSB fazendo campanha contra mim. O Garotinho foi candidato contra mim. O Ciro também. E nem por isso tive qualquer problema de amizade com eles. Candidaturas como a do Eduardo e da Marina só engrandecem o processo democrático brasileiro. O que é importante é que não estou vendo ninguém de direita na disputa.
Já que o senhor tem uma relação tão forte de amizade com ele, vai pedir para Eduardo Campos não se candidatar?
Não faz parte da minha índole pedir para as pessoas não se candidatarem porque pediram muito para eu não ser. Se eu não fosse candidato eu não teria ganho. Precisei perder três eleições para virar presidente. Eu não pedirei para não ser candidato nem para ele nem para ninguém. A Marina conviveu comigo 30 anos no PT, foi minha ministra o tempo que ela quis, saiu porque quis e várias pessoas pediram para eu falar com ela para não ser candidata e eu disse: “Não falo”. Acho bom para a democracia. E precisamos de mais lideranças. O que acho grave é que os tucanos estão sem liderança. Acho que Serra se desgastou. Poderia não ter sido candidato em 2012. Eu avisei: não seja candidato a prefeito que não vai dar certo. Poderia estar preservado para mais uma. Mas Serra quer ser candidato a tudo, até síndico do prédio acho que ele está concorrendo agora. E o Aécio não tem a performance que as pessoas esperavam dele.
Quem é o adversário mais difícil da presidente: Aécio, Marina ou Eduardo?
Não tem adversário fácil. O que acho é que Dilma vai chegar na eleição muito confortável. Se a gente trabalhar com seriedade, humildade e respeitando nossos adversários e a economia estiver bem, com a inflação controlada e o emprego crescendo, acho que certamente a Dilma tem ampla chance de ganhar no primeiro turno.
Como vai ser sua atuação na campanha de 2014? Vai atuar mais nos bastidores, na montagem das alianças, ou vai subir em palanque em todos os Estados?
Eu quero palanque.
Vai subir em Pernambuco e pedir votos para Dilma?
Vou. Vou lá, vou em Garanhuns, vou no Rio, São Paulo, na Paraíba, em Roraima…
Seus médicos já liberaram?
Já. Se eu não puder eu levo um cartaz dela na mão (risos). Não tem problema. Acho que ela vai montar uma coordenação política no partido e eu não sou de trabalhar bastidores. Eu quero viajar o país.
Nem às costuras de alianças o senhor vai se dedicar?
Não precisa ser eu. O PT costura.
Quais são as alianças mais difíceis? Como resolver o problema do Rio?
No Rio tem uma coisa engraçada porque nós temos o Pezão, que é uma figura por quem eu tenho um carinho excepcional. Nesses oito anos aprendi a gostar muito do Pezão, um parceiro excepcional. E tem o Lindbergh.
Ele disse que vai fazer o que o senhor mandar…
Não é bem assim. Eu não posso tirar dele o direito de ser candidato. Ele é um jovem talentoso, um encantador de serpentes, como diriam alguns, com uma inteligência acima da média, com uma vontade de trabalhar, como poucas vezes vi na vida. Ele quer ser. Cabe ao partido sempre tratar com carinho, porque nós temos que ter sempre como prioridade o projeto nacional. Ou seja: a primeira coisa é a eleição da Dilma. Não podemos permitir que a eleição da Dilma corra qualquer risco. Não podemos truncar nossa aliança com o PMDB. Acho que o PT trabalha muito com isso e que Lindbergh pode ser candidato sem causar problema. Acho que o Rio vai ter três ou quatro candidaturas e ele, certamente, vai ser uma candidatura forte. Obviamente Pezão será um candidato forte, apoiado pelo governador e pela prefeitura. Na minha cabeça o projeto principal é garantir a reeleição de Dilma. É isso que vai mudar o Brasil.
Aqui em São Paulo o candidato é o Padilha?
Olha, acho que a gente não tem definição de candidato ainda. Você tem Aloizio Mercadante, que na última eleição teve 35% dos votos, portanto ele tem performance razoável. Tem o Padilha, que é uma liderança emergente no PT, que está em um ministério importante. Tem a Marta que eu penso que não vai querer ser candidata desta vez. Tem outras figuras novas como o Luiz Marinho, que diz que não quer ser candidato. Tem o José Eduardo Cardozo, que vira e mexe alguém diz que vai ser candidato e você pode construir aliança com outros partidos políticos. Para nós a manutenção da aliança com o PMDB aqui em São Paulo é importante.
Isso passa até pelo PT aceitar um candidato do PMDB?
Se tiver um candidato palatável, sim. Nós nunca tivemos tanta chance de ganhar a eleição em São Paulo como agora. A minha tese é a mesma da eleição de Fernando Haddad. Ou seja, alguém que se apresente com capacidade de fazer uma aliança política além dos limites do PT, além dos limites da esquerda. Como é cedo ainda, temos um ano para ver isso. Eu fico olhando as pessoas, vendo o que cada um está fazendo. E pretendo, se o partido quiser me ouvir, dar um palpite.
Em 2012, em São Paulo, o senhor defendeu a renovação do partido, com um candidato novo. Essa fórmula será mantida para o governo do Estado?
Hoje temos condições de ver cientificamente qual é o candidato que o povo espera. Por exemplo, quando Haddad foi candidato a prefeito, eu nunca tive qualquer preocupação. Todas as pesquisas que a gente trabalhava, as qualitativas que a gente fazia, toda elas mostravam que o povo queria um candidato como ele. Então era só encontrar um jeito de desmontar o Russomanno, que em algum lugar da periferia se parecia com o candidato do PT. Na época eu não podia nem fazer campanha direito. Estava com a garganta inchada. Eu subia no caminhão para fazer discurso sem poder falar, mas era necessário convencer as pessoas de que o candidato do PT era o Haddad, não era o Russomanno. Quando isso engrenou, o resto foi mais tranquilo. Para o governo do Estado é a mesma coisa. Não é quem sai melhor na pesquisa no começo. É quem pode atender os anseios e a expectativa da sociedade.
E quem pode?
Não sei. Temos que ter muito critério na escolha. A escolha não pode ser em função só da necessidade da pessoa, de ela querer ser. Tem que ser em função daquilo que é importante para construir um leque de aliança maior. Temos que costurar aliança, temos que trazer o PTB, manter o Kassab na aliança e o PMDB. Precisamos quebrar esse hegemonismo dos tucanos aqui em São Paulo, porque eles juntam todo mundo contra o PT. Precisamos quebrar isso. Acho que temos todas as condições.
Desde que deixou a Presidência, o senhor tem sido até mais alvejado que a presidente. Foi acusado de tentar manter a chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo. Agora foi acusado de ter suas viagens financiadas por empreiteiras. Como o senhor recebe essas críticas e como as responde?
Quando as coisas são feitas de muito baixo nível, quando parecem mais um jogo rasteiro, eu não me dou nem ao luxo de ler nem de responder. Porque tudo o que o Maquiavel quer é que ele plante uma sacanagem e você morda a sacanagem. É que nem apelido: se eu coloco um apelido na pessoa e a pessoa fica nervosa e começa a xingar, pegou o apelido. Se ela não liga, não pegou o apelido. Tenho 67 anos de idade. Já fiz tudo o que um ser humano poderia fazer nesse país. O que faz um presidente da República? Como é que viaja um Clinton? A serviço de quem? Pago por quem? Fernando Henrique Cardoso? Ou você acha que alguém viaja de graça para fazer palestra para empresários lá fora? Algumas pessoas são mais bem remuneradas do que outras. E eu falo sinceramente: nunca pensei que eu fosse tão bem remunerado para fazer palestra. Sou um debatedor caro. E tem pouca gente com autoridade de ganhar dinheiro como eu, em função do governo bem-sucedido que fiz neste país. Contam-se nos dedos quantos presidentes podem falar das boas experiências administrativas como eu. Quando era presidente, fazia questão de viajar para qualquer país do mundo e levar empresários, porque achava que o presidente pode fazer protocolos, assinar acordo de intenções, mas quem executa a concretude daquilo são os empresários. Viajo para vender confiança. Adoro fazer debate para mostrar que o Brasil vai dar certo. Compre no Brasil porque o país pode fazer as coisas. Esse é o meu lema. Se alguém tiver um produto brasileiro e tiver vergonha de vender, me dê que eu vendo. Não tenho nenhuma vergonha de continuar fazendo isso. Se for preciso vender carne, linguiça, carvão, faço com maior prazer. Só não me peça para falar mal do Brasil que eu não faço isso. Esse é o papel de um político que tem credibilidade. Foi assim que ganhei a Olimpíada, a Copa do Mundo. Quando Bush veio para cá e fomos a Guarulhos, disse a ele que era para tirarmos fotografia enchendo um carro de etanol. Tinham dois carros, um da Ford e um da GM, e ele falou: “Eu não posso fazer merchandising”. Eu disse: “Pois eu faço das duas”. Da Ford e da GM. E o Bush tirou foto com chapéu da Petrobras. Sem querer ele fez merchandising da Petrobras. Você sabe que eu fico com pena de ver uma figura de 82 anos como o Fernando Henrique Cardoso viajar falando que o Brasil não vai dar certo. Fico com pena.
O senhor acha que São Paulo corre risco de perder a abertura da Copa porque o Banco do Brasil não vai liberar dinheiro sem garantias?
Sinceramente não acredito que as pessoas que fizeram o sacrifício para chegar onde chegaram vão se permitir morrer na praia agora. A verdade é que o Corinthians precisa de um estádio de futebol independentemente de Copa do Mundo. São Paulo não pode ficar fora da Copa. Acho que seria um prejuízo enorme do ponto de vista político e simbólico o Estado mais importante da Federação, com os times mais importantes da Federação - com respeito ao Flamengo - esteja fora da Copa do Mundo. É impensável. Eles que tratem de arranjar uma solução.
O senhor voltará à política em 2018?
Não volto porque não saí.
Voltará a se candidatar?
Não. Estarei com 72 anos. Está na hora de ficar quieto, contando experiência. Mas meu medo é falar isso e ler na manchete. Não sei das circunstâncias políticas. Vai saber o que vai acontecer nesse país, vai que de repente eles precisam de um velhinho para fazer as coisas. Não é da minha vontade. Acho que já dei minha contribuição. Mas em política a gente não descarta nada.
Que análise o senhor faz do julgamento do mensalão?
Não vou falar por uma questão de respeito ao Poder Judiciário. O partido fez uma nota que eu concordo. Vou esperar os embargos infringentes. Quando tiver a decisão final vou dar minha opinião como cidadão. Por enquanto vou aguardar o tribunal. Não é correto, não é prudente que um ex-presidente fique dizendo “Ah, gostei de tal votação”, “Tal juiz é bom”. Não vou fazer juízo de valor das pessoas. Quando terminar a votação, quando não tiver mais recursos vou dizer para você o que é que eu penso do mensalão.
(Valor Econômico)

Juventude do PT e movimentos sociais realizam Jornada Nacional de Lutas

 

Mobilização vai discutir temas como educação, trabalho decente, respeito às diversidade (gênero, racial, sexual), reforma política, estatuto da juventude e democratização da mídia.


A partir desta segunda-feira (25) até 11 de abril, a juventude brasileira vai ocupar as ruas do país, em união com diversos movimentos sociais, para defender as pautas dos jovens e cobrar mais direitos a eles; as pautas giram em torno da educação, trabalho decente, respeito às diversidade (gênero, racial, sexual), reforma política, estatuto da juventude, democratização da mídia, etc.
Juntamente com a Juventude do PT, participam também da Jornada de lutas, os movimentos sociais: ABGLT, ANPG; APEOESP; Associação Cultural B; Centro de Estudos Barão de Itararé; CONAM, CONEM, CONTAG, Consulta Popular; ECOSURFI; Enegrecer; FEAB; Federação Paulista de Skate; Fora do Eixo; Juventude da CTB; Juventude da CUT; Juventude do PSB; Juventude Pátria Livre; Levante Popular da Juventude; Marcha Mundial das Mulheres; MST; Nação Hip Hop Brasil; Pastoral da Juventude, PJMP, REJU; REJUMA; UBES; UBM; UJS; UNE; UPES, Via Campesina.
Leia o Manifesto da Jornada de Lutas assinado pela direção nacional da JPT
Confira o calendário da Jornada de Lutas:
Paraná | 25 de Março | 9 horas
Trajeto: Praça da Federal ao Palácio do Governo
Pautas: Passe Livre; Meio-Passe (Curitiba); Reserva de Vagas nas estaduais; 100% dos royalties do estado para Educação.
Amazonas | 26 de Março | 13 horas
Trajeto: Praça do Congresso rumo à Prefeitura de Manaus
Pautas: Contra aumento da passagem de ônibus; Passe Livre; fiscalização do Bolsa Universidade (municipal), investimento em cultura e contra o extermínio da juventude.
São Paulo | 26 de Março | 9 horas
Trajeto: Concentração na Praça da Sé, passando pela Prefeitura e terminando na Praça da República com show
Pautas: Contra o genocídio da juventude negra; Reserva de Vagas nas universidades estaduais; Passe Livre prounista; PEC do Pré-sal.
Amapá | 27 de Março
Trajeto e Pautas: A confirmar
Ceará | 27 de Março | 8 horas
Trajeto: Praça da Imprensa rumo à Assembleia Legislativa
Pautas: Reserva de Vagas nas universidades estaduais; aprovação dos royalties do Pré-sal para Educação.
Rio Grande do Norte | 27 de Março | 14 horas
Trajeto: Saída do IFRN até a praça cívica do CAMPUS UFRN
Rio Grande do Sul | 27 de Março | 9 horas
Trajeto: Rumo ao Piratini (Palácio do Governo)
Pautas: Lei de investimento da UERGS; Bolsa Jovem Rural; 100% dos royalties do Governo do estado para Educação, Estatuto da Juventude
Minas Gerais (Contagem) | 2 de Abril | 9 horas
Trajeto: Concentração na Câmara Municipal rumo à Prefeitura de Contagem
Pautas: Meio passe; Royalties para Educação
Sergipe(Aracaju) | 02 de abril | 14 horas
Trajeto: Praça Fausto Cardoso
Pautas: Passe livre, reforma política, Estatuto da Juventude
Distrito Federal | 3 de Abril | 9 horas
Trajeto: Banco Central, Ministérios rumo Congresso Nacional
Pautas: Estatuto da Juventude,10% do PIB pra Educação e 50% do Fundo Social do Pré-sal para Educação.
Pará | 03 e 04 de abril
Trajeto: A confirmar
Pautas: Reforma Politica, transporte publico, reforma da comunicação, Educação e Trabalho Decente, Estatuto da Juventude
Rio de Janeiro | 4 de Abril | 13 horas
Trajeto: Candelária, Câmara rumo Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro
Pautas: 100% dos Royalties do Pré-sal para Educação, Passe Livre e contra a polícia nas escolas, reforma política, reforma da mídia.
Minas Gerais (Belo Horizonte) | 4 de Abril |
Trajeto: rumo à Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Pautas: Fundo do Minério
Acre(Rio Branco) | 05 de abril | 14 horas
Trajeto: A confirmar
Pautas: Reforma Politica, passe livre,
100% dos Royalties do Pré-sal para Educação.
Rondônia | 29 de março e 05 de abril | 19 horas
Trajeto: Cidade de Ji Paraná(05 de abril)
Pautas: Trabalho Decente, reforma agraria, reforma política, educação.
Bahia | 11 de Abril | 9 horas
Trajeto: Campo Grande, Praça Castro Alves (Prefeitura)
Pautas: Lei da Gestão democrática, Passe Livre, reforma política, direitos sociais da juventude.
Pernambuco | A Confirmar
Trajeto: Ginásio Pernambucano (rua Hospício)
Pautas: Passe Livre.
(JPT)