terça-feira, 4 de agosto de 2015


Ódio da mídia conservadora aumenta após encontro entre Dilma e Franklin Martins

Dilma_Franklin_Martins
A presidenta se reuniu com Franklin Martins, que defende medidas reguladoras para o setor.
O tom desesperado dos editoriais da mídia conservadora, que embasa a representação entregue na véspera pelo PSDB à Procuradoria Geral da República contra a presidenta Dilma Rousseff, não encontrará eco na Corte Suprema. A previsão é do ministro Luis Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União. Em conversa com jornalistas, na manhã de quarta-feira, dia 30, ele afirmou que a tendência é a do procurador-geral arquivar a medida.
“Não tem nenhum fundamento, nenhuma substância jurídica”, disse Adams.
O que os tucanos pedem é uma investigação sobre o pronunciamento da presidenta, transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão na quarta-feira, dia 23, que teria sido uma peça de propaganda política, na visão dos conservadores de direita, expressa no ódio com que a mídia conservadora se refere ao governo da presidenta Dilma. Segundo afirma o documento, o anúncio de que a conta de luz ficará menor tratou-se de uma “cristalina promoção da presidente da República”, uma antecipação da campanha pela sua reeleição.
“Não estamos em período eleitoral, o pronunciamento não faz referência a partidos, entidades, nada”, afirma.
Em seu discurso, Dilma criticou, sim, mas os “pessimistas” ao anunciar a redução na tarifa de energia. Para o senador tucano Aécio Neves (MG), ela falou como um partido, e não como presidenta. Em defesa de Dilma, o advogado-geral da União afirma que ainda não analisou a representação e que Dilma não está “nem um pouco” preocupada com ela. Ainda não foi definido se a AGU irá se antecipar a um eventual pedido do Ministério Público em defesa da presidente. Ele afirmou que é permitido por lei que o presidente da República faça pronunciamentos quando há fatos relevantes a serem anunciados.
Visita de Franklin Martins
A má vontade dos diários conservadores paulistas e cariocas, que servem como únicos pilares à representação conta Dilma, cristaliza-se de forma a evidenciar, segundo analistas políticos ouvidos pelo Correio do Brasil, a existência de um cartel formado com o objetivo de atuar como um partido político não convencional. Para tratar da questão da mídia, Dilma chamou nesta manhã, ao Palácio do Planalto, o ex-ministro da secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, que defende a edição de marcos reguladores para o setor.
Em recente pronunciamento, o PT apontou a intenção de a mídia conservadora promover, no País, um ambiente de conflagração, a exemplo daquele havido na época dos estadistas Getulio Vargas e João Goulart. Segundo o partido, ambos foram vítimas de uma “insidiosa campanha de forças políticas” para desestabilizar seus governos e que o país, atualmente, vive processo semelhante, desde 2003, para desmoralizar o ex-presidente petista e o seu legado.
“A partir de 2003, de forma intermitente, tratou-se de anular os notórios êxitos do governo, com campanhas que procuravam ou desconstruir as realizações do governo Lula ou tachá-lo de ‘incapaz’ e ‘corrupto’ […]. Sabe-se que denúncias de corrupção sempre foram utilizadas pelos conservadores no Brasil para desestabilizar governos populares, como os já citados casos de Vargas e Goulart”, afirma o documento.
Franklin editou um projeto de lei que determina parâmetros para que a concentração de poder neste segmento, no País, não seja alvo de novos escândalos, como aquele noticiado pela organização não governamental Repórteres Sem Fronteiras, com sede em Paris, que aponta a existência, no Brasil, de 30 berlusconis, referindo-se ao capo da mídia italiana.
Segundo o relatório da RSF, divulgado na semana passada, o Brasil é “o país dos 30 Berlusconis”, numa crítica à concentração dos veículos de comunicação do País em poucas mãos. “O Brasil apresenta um nível de concentração de mídia que contrasta totalmente com o potencial de seu território e a extrema diversidade de sua sociedade civil”, analisa a ONG de defesa da liberdade de imprensa. “O colosso parece ter permanecido impávido no que diz respeito ao pluralismo, um quarto de século depois da volta da democracia”, destaca a RSF.
O relatório foi composto após visitas de membros da ONG a Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo o RSF, “a topografia midiática do País que vai receber a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 pouco mudou nas três décadas que sucederam a ditadura militar de 1964-1985”. O documento destaca que as dez maiores companhias de mídia do País estão baseadas em São Paulo ou Rio de Janeiro, o que “enfraquece a mídia regional”.
“A independência editorial da mídia impressa e transmitida e minada pela pesada dependência de propaganda do governo e suas agências”, analisa o relatório, que destaca que, em 2012, houve 11 jornalistas mortos no País. Segundo a ONG, um dos problemas endêmicos do setor da informação no Brasil é a figura do magnata da imprensa, que “está na origem da grande dependência da mídia em relação aos centros de poder”. “Dez principais grupos econômicos, de origem familiar, continuam repartindo o mercado da comunicação de massas”, lamenta a RSF.
Soluções
Segundo a ONG, outro problema no Brasil é a censura na internet, com denúncias que levaram ao fechamento de blogs durante as eleições municipais de 2012. O documento cita o caso do diretor do Google Brasil, Fábio José Silva Coelho, que ficou preso brevemente por não retirar do YouTube um vídeo que teoricamente atacava um candidato a prefeito. Coelho foi preso pela Polícia Federal em setembro passado a pedido do candidato a prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal.
Para reequilibrar o cenário da mídia brasileira, a Repórteres Sem Fronteiras recomenda reformar a legislação sobre a propriedade de grandes grupos e seu financiamento com publicidade oficial. Além disso, a ONG sugere a melhoria da atribuição de frequências audiovisuais, para favorecer os meios de comunicação, e um novo sistema de sanções que não inclua o fechamento de mídias ou páginas, entre outras medidas.
Clique aqui para ler a íntegra do relatório da ONG Repórteres Sem Fronteira.

Boletim Brasil Social - Agosto/2015

MDS - Ministério do Desenvolvimento Social agenciamds@informe.mds.gov.br

MDS - Ministério do Desenvolvimento Social agenciamds@informe.mds.gov.br

15:42 (Há 16 horas)
para mim
Agosto de 2015        
  

"A capacitação e o trabalho mudaram muito a minha cabeça"
Jovem de Brasília cumpriu medida socioeducativa e deixou o mundo das drogas e do crime. Hoje, é aprendiz e quer fazer faculdade de Arquivologia 
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Há cinco meses, Jonatas*, 17 anos, de Brasília, ganhou a oportunidade de recomeçar e sonhar com uma carreira profissional. Selecionado para trabalhar como aprendiz na Companhia Energética de Brasília (CEB), a vida do jovem tomou um novo rumo. Junto com o trabalho, ele passou por capacitação oferecida pelo Centro de Integração Escola-Empresa (CIEE), que o ajudou a melhorar sua visão do mundo.

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Suas 10 anos: população mais pobre e vulnerável acessando direitos

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Diálogo entre governo e sociedade proporciona transparência às ações do estado

Plataforma Dialoga Brasil apresenta programas para que a população possa sugerir melhorias. Usuários podem fazer sugestões sobre o Plano Brasil sem Miséria, Assistência Social, Bolsa Família e Cisternas.
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Pronatec: população mais pobre amplia acesso ao mercado de trabalho

Caderno de estudos traz resultados obtidos pelo Pronatec com famílias do Cadastro Único. Estudos apontam aumento de 73% na probabilidade de inserção no mercado formal de trabalho. 

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"Hoje, eu sou feliz porque meus filhos não passaram fome como eu passei"

Mais de 120 mil tecnologias de acesso à água foram entregues para famílias do semiárido. Tecnologia pode armazenar 52 mil litros de água. 

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Compras Institucionais do Programa de Aquisição de Alimentos

Coordenadora geral de Aquisições e Distribuição de Alimentos do MDS, Hetel Santos explica o funcionamento das Compras Institucionais de produtos da agricultura familiar 

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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Richa vai aumentar (de novo) conta da água em 8%. A culpa será de Dilma? DE ESMAELMORAIS.COM.BR

Richa_Dilma_SaneparO governador Beto Richa (PSDB) deverá autorizar para setembro novo aumento na conta de água em 8%, de acordo com solicitação de revisão feita pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Neste ano há houve dois reajustes: maio (6,5%) e junho (6%). Acumulado, o tarifaço chega a 20,5%.
A direção da Sanepar, sempre preocupada com o resultado para os sócios privados, alega que o aumento de 51% na conta de luz, só este ano, pressiona a da água.
Agora só falta colocar a culpa desse novo tarifaço no governo Dilma Rousseff e no PT, como sempre fez o tucanato paranaense.
Além da água e da energia, o governador Beto Richa também avançou no bolso dos paranaenses aumentado o IPVA em 40% e o ICMS de centenas de produtos, muitos deles da cesta básica.
O diabo é que o governador Beto Richa não concedeu reajuste de 8,17% para os professores e demais funcionários do executivo. A reposição ficou em apenas 3,45% no mês de outubro e 8,5% para o longínquo janeiro de 2016.
Richa acredita que faz um governo exemplar para o PSDB e para o Brasil.

'MORO TEM SE PRESTADO A ALIMENTAR O ÓDIO DA CLASSE MÉDIA AO PT'